É muito difícil medir o tamanho do nosso pulo antes de encontrar a poça d’água. E a nós - não importa o tamanho da galocha - acabamos sempre fugindo desses obstáculos, por medo de quê? De molhar a barra da calça? Fala sério!
Fugir do presente, nunca mais. Só não intendo, por que é que nós – ao mesmo tempo em que fugimos do que não nos fere –, acabamos nos jogando, despidos de qualquer armadura, aos leões? Afundando a nós mesmos em um buraco sem fim. A resposta muda de tempos em tempos na minha cabeça. O que penso hoje e aqui escrevo, logo eu já não concordarei mais, percebi que por mais que negamos, a gente tem poucas certezas, não estamos certos de nada, não temos confiança nos que nos rodeia. Mas nós temos que ter essas certezas. Poucas e importantes certezas. Elas são necessárias.
O PASSADO É INSIGNIFICANTE. Sim, ele é o espelho da nossa história e conta muito sobre o que somos. É algo que não podemos fugir, temos que ver nosso reflexo neste espelho da vida. Pra sempre. Mas o que eu sou depende muito mais do que eu estou fazendo agora - no meu presente apavorante – do que das coisas que eu fiz – no meu passado sorridente –. Nós temos o poder de mudar o futuro, deixar o passado mais puro a qualquer momento da nossa existência, podemos melhorá-lo ou piorá-lo. Passei acreditar que a felicidade mora na inexistente fração de tempo em que o passado toca o futuro. Se o passado é distração e o futuro preocupação, o que sobra para nós, perseguidores da felicidade? A inexistente ilusão do presente? Ou as lembranças de alegria que não voltarão mais? Não importa. Tu és o que tu fazes e nada, nem ninguém mais importa. A felicidade esta longe, e nós temos que buscá-la. Aonde esta a felicidade? Escondida entre as estrelas? Ou perdida nos raios de sol? Nem que procuremos para sempre, ela vai acabar fugindo, mas eu não vou deixar de procurá-la. Sorria, pois já é quase dia e tu tens que acordar cedo.
Por: Thiago Baier e Amanda Marchionatti.
Nenhum comentário:
Postar um comentário